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Limão Tênis de olho no US OPEN 2018

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Foto: Getty Images

Roger Federer é derrotado pelo australiano John Millman em partida das oitavas de final do Grand Slam US OPEN 2018

 O suíço atribuiu o calor e a falta de circulação de ar na quadra principal também como as causas que o impediram de desempenhar seu melhor tênis

 Nessa segunda-feira (3), o tenista Roger Federer chocou o público presente que acompanhava a partida das oitavas de final do torneio US Open entre o suiço, contra o australiano John Millman. Federer justificou o motivo da derrota, sendo o calor, a umidade e a falta de circulação de ar na quadra principal, pontos que contribuíram para que ele não pudesse fazer uma competição em alto nível.

Após cometer 76 erros não forçados,  Federer acabou perdendo a partida.  O australiano John Millman levou a melhor após uma virada em 3 sets a 1, parciais de 3/6, 7/5, 7/6 (9-7) e 7/6 (7-3), com uma duração de 3h34.

Segundo entrevista dada ao Portal SPORT TV, Roger Federer contou que sentiu que não conseguiria ar para seguir com o jogo. “Achei que estava muito calor hoje à noite. Foi uma daquelas noites em que acho que senti que não conseguia ar. Não havia circulação alguma. Eu não sei, por alguma razão apenas lutei contra as condições da noite. É uma das primeiras vezes que isso acontece comigo […] Acredito que desde que o teto retrátil foi instalado, a circulação de ar foi prejudicada. Num dado momento, fiquei feliz pelo fato de o jogo ter terminado”.

Mesmo assim, Federer não deixou de ressaltar o mérito de seu adversário, segundo o tenista Millman fez um grande jogo. E ainda fez questão de lembrar que o australiano estava mais acostumado ao calor por ser nativo da cidade de Brisbane.

John Millman, considerado o número 55 do mundo, teve a sua primeira vitória diante de um top 10 na carreira. Millman avança a etapa para enfrentar o sérvio Djokovic na próxima fase.  Esse resultado foi encarado como “zebra”.

Fernando Verdasca Jr.
Jornalista
MTP 0059704/SP

Fernando Meligeni

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Comprometimento, profissionalismo e intensidade são três palavras que representam sua vivencia nas quadras durante sua carreira e ficam para o resto da sua vida

 

Em uma recente postagem feita em sua rede social – Linkedin, o argentino Fernando Meligeni, também conhecido como Fininho, revelou a importância para sí de realizar um treino com o ex-tenista  André Agassi, que nessa época era um grande atleta das quadras. Segundo Meligeni, a espectativa foi grande, era seu primeiro treino com Agassi, preparando na sua mente um roteiro de como tudo ia ser, quanto tempo antes iria chegar na quadra, o que diria, como treinaria, mesmo sabendo que aquela  era uma chance de ouro,  se ele fizesse um bom treino e ele gostasse, teria outros treinos pela frente. Então chegou  20 minutos antes e ficou esperando. 5 minutos, 10 minutos e nada de Agassi chegar. Minutos antes da hora combinada,  chega um jogador intenso, ofegante e como se já treinasse há horas. Olhando em seus olhos, disse: você está pronto?

Para Meligeni o início foi tenso. Agassi intenso e assertivo, ele nervoso e errático. Segundo ele mesmo levou uma das mais duras lições dentro da quadra, quando ele disse: “isso é o que você tem pra mim hoje?”  Era um: “você pode mais garotão”.

O argentino acabara de virar top 100, estava ali frente a frente com o Agassi e tinha sim, entendido o recado. Ele mostrou que uma hora de treino tem que ser aproveitada sem desculpas, sem descanso, focado.

Para Meligeni, de tudo o que vivenciou em sua carreira nas quadras, ficaram três palavras para toda a sua vida: comprometimento, profissionalismo e intensidade. Porque naquele mesmo dia, ao final do treino, Agassi disse para ele: “você vai voar no dia que entender que um simples treino ou um grande jogo tem a mesma importância”.

Meligeni carrega uma enorme gratidão por André Agassi, hoje considerado um excelente treinador.

US Open 2018

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Em Nova York, a 51 edição acontece entre os dias 27 de agosto à 9 de Setembro

Em sua 51ª edição da era aberta, o US Open, considerado o último dos 4 Grand Slams do ano, reúne em Nova York, a partir de 27 de agosto, os melhores tenistas, em busca do maior prêmio em dinheiro do circuito.

O evento acontece no Arthur Ashe Stadium, que conta com uma nova estrutura, a partir de um teto retrátil que permitirá a continuidade dos jogos independente da questão climática.

O torneio reúne os melhores da modalidade para uma disputa do título americano que é considerado um dos principais do circuito mundial da ATP – Associação de Tenistas Profissionais. Centenas de jogos são realizados dentro do mesmo evento com partidas de simples nas categorias feminina e masculina, partidas de duplas nas categorias feminina, masculina e mista, além das categorias adicionais para seniores, juniores e cadeirantes.

Todas as partidas realizadas são eliminatórias. O sorteio das chaves é realizado apenas dias antes do evento e até mesmo depois dos primeiros jogos, com a classificação dos jogadores.

Outra mudança importante está no método para definir cabeças de chave. Nesse ano, o objetivo principal é permitir que jogadoras que tiveram que optar por uma pausa na carreira por conta de gravidez, casos por exemplo das ex-líderes do ranking Serena Williams e Victoria Azarenka, possam permanecer entre as favoritas.

Segundo a organização do evento, já foram confirmados 102 homens e 101 mulheres.

Assista o US Open e acompanhe as postagens atualizadas, aqui em nosso Blog.

Após votação, ITF confirma mudanças na Copa Davis

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A ideia de mudança começou a ganhar força neste ano, mas foi apenas nesta quinta-feira que foi decidida uma mudança radical na estrutura da Copa Davis. Após votação na assembleia da ITF, organização que comanda o torneio, foi decidido que o principal torneio entre nações do tênis terá novo formato e o investimento de 20 milhões de dólares (aproximadamente R$ 80 milhões) do Grupo Kosmos, comandado pelo jogador do Barcelona Gerard Piqué.

As mudanças acontecerão já na próxima temporada, sendo que o torneio não será mais disputado anualmente, mas sim em um período de uma semana em local único. A vitória na votação faz com que o presidente David Haggerty saia mais fortalecido da reunião, superando alguns opositores, como era o caso da federação australiana, que queria que a competição não tivesse as alterações propostas.

Dentre as principais mudanças estão: Todas as partidas de simples, em qualquer nível da competição serão em melhor de três sets e com tiebreak, enquanto que nas duplas será adotado o padrão da ATP, com melhor de três, sendo o terceiro set um match-tiebreak; Criação de uma fase final anual da Copa Davis na Europa, onde serão coroados os campeões mundiais da temporada e a fase final do torneio tendo 18 equipes, com 12 equipes definidas através de qualificação, mais os quatro semifinalistas do ano anterior e dois países convidados. Após isso serão divididos em seis grupos de três nações cada.

Desde o surgimento do torneio, 15 países tiveram o prestígio de levantar a taça de campeões da Copa Davis, sendo que apenas um deles é da América do Sul. Na temporada de 2016, a Argentina, liderada pelo excelente Juan Martin Del Potro, que retornava após lesões sérias no pulso, fez história ao ser a primeira equipe sul-americana a ganhar e por ter vencido todos seus adversários do Grupo Mundial (Polônia, Itália, Grã-Bretanha e Croácia) em confrontos fora de casa.

Já nesta temporada, em que a Copa Davis terá a última edição com este formato, a atual campeã França jogará contra a Espanha uma das semifinais, enquanto que Croácia e Estados Unidos brigam pela a outra vaga para a decisão do torneio.

Confira as outras mudanças da Copa Davis após a votação desta quinta-feira: 

–  Todos os confrontos da fase final consistem em dois jogos de simples e um de duplas, todos jogados em um dia. Já os confrontos no classificatório e nos Grupos de Zona I e II consistem em quatro partidas individuais e uma partida em duplas, jogadas em dois dias

– Os seis vencedores dos grupos da Copa Davis, além das duas melhores equipes que terminarem em segundo, baseados nos sets vencidos e nos jogos vencidos, irão se classificar para as quartas de final

– As equipes colocadas em 17º e 18º serão imediatamente relegadas aos Zonais, enquanto as 12 equipes colocadas de 16 a 5 participarão do evento classificatório do ano seguinte

– Criação de um novo evento qualificatório, no qual 24 nações disputarão em fevereiro, jogos dentro e fora de casa com as equipes vencedoras chegando às finais e as nações perdedoras indo para o Zonal

Fonte:  GazetaEsportiva

Novak Djokovic

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Novak Djokovic: De uma infância em meio aos conflitos da Guerra, das dificuldades e restrições por conta da saúde, o atleta têm a superação, como um motivo determinante para o momento atual da sua carreira

A vida do tenista Novak Djokovic é um verdadeiro exemplo inspirador para os praticantes e amantes de esportes em geral e do próprio tênis. Nascido na sérvia, Djoko, como é carinhosamente chamado por seus fãs, construiu parte da sua história e trajetória, superando obstáculos, com muita força de vontade. Ainda adolescente, teve a oportunidade de treinar com Nici Pilic, na Alemanha, que naquela época foi um grande tenista, nos tempos da “cortina de ferro”.

Mesmo vivendo uma infância em meio a bombas e a guerra, a mente de Djokovic foi fortalecida. Na antiga Iugoslávia, o tenista teve que lidar desde cedo com uma pressão incomum. Correr para os abrigos antibombas e ouvir explosões era algo comum para ele. Em uma de suas festas de aniversário, o barulho dessas explosões, se confundiam com o famoso “Parabéns para você…”.

Segundo entrevista dada ao jornal The New York Times, as circunstâncias que não eram nada comuns, moldaram seu caráter e sua personalidade, as lembranças desse período, dão força extra e ele acaba usando em situações difíceis. Essas situações ajudaram o tenista a aumentar sua força mental, ele se sente muito mais forte.

Enquanto bombas explodiam, Djoko jogava tênis em qualquer canto da casa e fazia seus treinos em espaços improvisados, em piscinas vazias, por exemplo. Aos 12 anos, foi em busca de seu maior sonho. Ele tinha apenas 40 minutos de treinamento com o competente treinador. Por iniciativa própria, sem orientação de ninguém, ele chegava muito antes do horário marcado para a sua aula, então fazia um aquecimento, assim entraria na quadra, já pronto para aproveitar os ensinamentos desde o início. Então, para não perder nenhum minuto, mesmo antes de iniciar a aula, ele corria o mais rápido, para pegar as bolinhas e devolvê-las para Pilic.

Por conta das intolerâncias alimentares, Djokovic mudou a sua dieta. Seu corpo não processava de forma correta o consumo do trigo. Mesmo amando e desejando os pães e as massas, especialmente as pizzas que eram feitas no restaurante da família. Não consumindo o Glúten (proteína composta no trigo), o atleta foi se sentindo melhor, adquirindo a leveza que ele precisava, também percebeu que seu raciocínio ficava mais rápido.

Já nos últimos anos, Novak Djokovic, passou por uma lesão no cotovelo, o que fez abandonar a competição no Grand Slam inglês, nas quartas de final. A partir dali, ele anunciara uma cirurgia que o deixaria meses afastado. A recuperação foi complicada, seis meses, onde nesse tempo,  ele teve até mesmo algumas recaídas. Em janeiro desse ano, ele voltou a competir, no Australian Open, porém mostrou um nível abaixo do seu tradicional, perdendo diversas partidas, para atletas acima do top 50.

O próprio, cogitou uma aposentadoria no começo do ano. Djokovic, foi uma situação que quase se tornou realidade, depois de perder em Miami ele conversou com sua equipe e comentou que não saberia se poderia continuar jogando. O atleta não desistiu, e até mesmo colecionando resultados frustrantes durante seis meses desde seu retorno, até a sua redenção,  em Wimbledon ele venceu grandes duelos, como exemplos, os jogos contra o argentino Horacio Zeballos, o britânico Kyle Edmund (uma das surpresas da temporada), o japonês Kei Nishikori, e contra o espanhol Rafael Nadal, considerado o número 1 da atualidade. O confronto contra Nadal, que é considerado o’’ touro do tênis ‘’, já na semifinal, que para muitos era a final antecipada, foi resolvido no detalhe, por 3 sets a 2 (6/4, 3/6, 7/6, 3/6 e 10/8) e foi o ponto determinante para seu renascimento.

Para Djokovic, enquanto existir esta chama da paixão e do amor, permanecerá dedicado, ele considera de extraordinária importância o apoio das pessoas mais próximas , pois sem elas não conseguiria nada disso, e tudo seria muito mais difícil. Djokovic se mostra como um gênio dentro e fora das quadras, reforçando o seu status com a volta por cima. O que para os apaixonados por esse esporte, acaba sendo mais um motivo para continuar torcendo.

 

Fernando Verdasca Jr.
Jornalista

Guga afirma que o tênis ainda não existe no Brasil

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Durante um evento que reuniu gestores e professores de tênis, o tricampeão de Roland Garros afirmou que o tênis brasileiro ainda precisa surgir. Ele que é considerado um dos maiores tenistas da história e grande símbolo do esporte brasileiro, Guga, continua vivendo a modalidade que o fez conhecido por todo o país.

Kuerten, desde que se aposentou das quadras, defende e ressalta a importância de incentivos por parte do  governo para que inúmeros jovens possam ter estrutura para se tornarem e se manterem como atletas profissionais. Segundo Guga, o esporte sempre que lembrado na maior nação da América do Sul, é por conta de personagens, assim como ele mesmo, e não por dezenas de tenistas que compõem os principais torneios.

“O tênis brasileiro ainda não existe”, afirma Guga. Quando ao explicar que existem os jogadores, um é o número 50 e o outro é o número 20. Em entrevista para o Portal Gazeta Esportiva, ele ainda ressalta: “A Bia (Haddad) está mal, a Teliana também está tentando, o Thomaz (Bellucci) está em uma fase ruim, o Thiago Monteiro é um dos mais próximos do Top 100…Infelizmente, quando se fala de tênis aqui no Brasil a gente fala de personagens, falta evolução, para que tenha vida o tênis brasileiro. A ideia do projeto é montar uma estrutura, uma cultura do tênis no país”.

Na mesma entrevista, Guga ainda faz uma comparação do esporte com um país vizinho, a Argentina. “Se você for lá, você vai ver, ninguém para de jogar. Os ex-tenistas continuam vivendo o tênis. Muitos viraram treinadores, se tornaram professores, e muitos estão participando de alguma forma do tênis. Isso é uma experiência única, isso faz com que o garoto que está ali tenha mais chance de se adaptar às dificuldades do tênis profissional”.

Desde que Gustavo Kuerten  parou de jogar profissionalmente, há pouco mais de dez anos, ele  viu o Brasil conquistar apenas quatro títulos de ATP 250, todos eles ganhos pelo mesmo tenista, Thomaz Bellucci. Já os argentinos celebraram 27 troféus de ATP 250 e 14 de ATP 500, sendo que nove atletas “hermanos” diferentes tiveram o prazer de levantar ao menos um caneco.

O Tenista ainda relembrou que além disso, o tênis brasileiro vive uma das fases mais negativas das últimas décadas. Além da escassez de títulos importantes, o país não tem nenhum tenista entre os 100 melhores do mundo na atualidade.

Você Sabia?

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Você Sabia?

Que o Jogo mais longo de tênis durou 11 horas, ao longo de três dias, e foi disputado entre o americano John Isner e o frânces Nicolas Mahut? Sim, a partida aconteceu entre os dias 22 de Junho a 24 de Junho de 2010, na quadra 18 do All England Lawn Tennis and Croquet Club, em Londres. O norte-americano John Isner, venceu o francês Nicolas Mahut por 3 sets a 2, com parciais de 6/4, 3/6, 6/7 (9-7), 7/6 (7-3) e inacreditáveis 70/68. Já a partida mais curta de tênis durou apenas 28 minutos e foi disputada entre o finlandês Jarkko Nieminen e o australiano Bernard Tomic, em 20 de março de 2014, com parciais de 6/0 e 6/1.

ATP Team Cup

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No mês do Mundial da FIFA na Rússia, ATP anuncia para o ano de 2020 a sua própria Copa do Mundo

No dia 1 de Julho, a ATP anunciou a sua Copa do Mundo, que vai receber o nome  de “ATP Team Cup” e terá inicio a partir de 2020. A entidade que rege o circuito de tênis masculino é quem vai organizar o evento, em parceria com a Tennis Austrália – federação australiana e o período programado para início do evento deve ocorrer no começo de 2020, momento em que o calendário dos tenistas é mais tranquilo.

Com o mesmo nome que a ATP organizou entre os anos de 1978 até 2012, em Dusseldorf, evento esse que era disputado sempre no saibro, pouco antes de Roland Garros, com oito países, a ATP vai trazer a competição no início do 2020 e com 24 países.

Os responsáveis pela Copa Davis da ITF, ficarão um tanto preocupados com essa notícia, muito curioso se dá ao tempo desse anúncio, em meio a Copa do Mundo de futebol da FIFA e ainda antes de a ITF aprovar o novo formato da Copa Davis, que até segunda ordem, será anual, no mês de novembro, com a participação de 18 países e em sede única.

Pouco ainda se sabe sobre essa competição,  vamos apurar mais informações e durante os próximos meses e com o decorrer dos anos, vamos trazer mais notícias, para você, nosso aluno e parceiro.

Maria Esther Bueno: A Bailarina do Tênis

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A maior tenista do Brasil: Maria Esther Bueno a  “Bailarina do Tênis ” deixa legado pela sua verdadeira paixão ao esporte

Considerada a mais importante tenista brasileira na história mundial, Maria Esther Bueno ditou moda e inspirou gerações

 

Maria Esther Bueno, considerada uma das maiores tenistas da história do esporte, herdou a paixão pelo Tênis através de seus pais, que amavam e praticavam o esporte no Clube de Regatas Tietê, que ficava em frente à casa onde a família  morava. Foi com o irmão mais velho, Pedro, que Bueno começou a disputar as primeiras partidas e mais tarde entrou para os campeonatos de alto nível.

 

Entre os torneios, Maria Esther disputou: Orange Bowl, Wimbledon, US Open, Roland Garros, Aberto da Austrália e nos Jogos Pan-Americanos foi medalha de Ouro. No geral, a tenista conquistou 589 títulos e foi por três vezes a número 1 do ranking mundial (1959, 1964 e 1966) e no Brasil, ainda se mantém absoluta com seus 19 títulos de Grand Slam.

Não foi atoa que Maria Esther entrou para o Hall da Fama, o “International Tennis Hall of Fame em 1978”, sendo eleita a melhor tenista do Século XX da América Latina. O seu nome figura no livro dos recordes com a conquista na final do US Open de 1964, contra a americana Carole Caldwell Graebner vencendo a partida em apenas 19 minutos.

 

A Brasileira foi homenageada ainda, em 1978, com uma estátua de cera no famoso museu londrino Madame Tussauds.

 

Conhecida como a “Bailarina do Tênis”, por conta da sua elegância do estilo de jogo, Maria Esther Bueno coleciona fãs e muitos admiradores, deixando um legado no qual, a paixão pelo esporte, o espirito de competição e a coragem de superar expectativas, fazem com que ,as atuais e as novas gerações, a tenham como um belo exemplo a ser seguido.

 

Fernando Verdasca Jr.
Jornalista

“Não vejo espaço para uma amizade” revela jogador…

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“Não vejo espaço para uma amizade” revela jogador Djokovic em relação a Federer
Em entrevista para a imprensa russa, o jogador sérvio Novak Djokovic
fala da relação com o suíço Roger Federer e suspende a ideia de que os dois se odeiam

Quando questionado sobre a existência de uma relação de amizade entre ele e Federer, Djokovic dispara: “Primeiro, devemos definir o que é uma relação de amizade. Eu acho que a coisa mais importante é que é uma relação justa e respeitosa”. Segundo o jogador sérvio, como nos grandes torneios está envolvido muito dinheiro, ter uma amizade honesta fica complicado.

Dono de 12 títulos do Grand Slam, Nole, assim apelidado carinhosamente pelos pais, acredita que o respeito mutuo é o suficiente para se manter uma relação de cordialidade. “Eu nunca tive problema com Roger”, fez questão de ressaltar o sérvio, que no passado, durante um confronto, chegou a ver seu adversário mandar um recado para seus familiares.

Na mesma entrevista, Djokovic revelou que sente o máximo de respeito por Federer, que também é considerado um dos grandes nomes do tênis mundial “Eu sinto o máximo respeito por ele e ele tem uma grande influência sobre todos nós”.

Djokovic ainda falou sobre outros tênistas da mesma geração, que o ajudaram alcançar o posto atual “De qualquer modo, eu não odeio ninguém, a palavra ”ódio” não está no meu vocabulário”, concluiu Djoko.

 

Fernando Verdasca