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novembro 2018

Guga coloca Djokovic como nome a ser batido em 2019

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Gustavo Kuerten, ex- atleta número 1, rasga elogios ao jogador sérvio.

Na última semana, o ATP Finals teve a sua grande final desta temporada, em Londres e contou com dois talentos do tênis mundial: o Alemão campeão,  Alexander Zverev e Novak Djokovic.

Novak Djokovic é o nome a ser batido na próxima temporada, segundo entrevista dada por Gustavo Kuerten,  nosso ex- número 1.  Djoko iniciará como número 1 e defende dois títulos de Grand Slams.

Djokovic teve um ano intenso de recuperação, após ter realizado uma cirurgia no cotovelo e, a sua volta ao alto nível de tênis, exigiu bastante do atleta.

O sérvio, que também é o atual líder do ranking, tem a companhia dos fiéis escudeiros, Rafael Nadal e Roger Federer, pela disputa do topo do ranking ATP, além de outros nomes, incluindo Zverev.

“Novak Djokovic conseguiu dar a volta por cima e se mostrou o mais preparado para vencer. Acredito que terminamos o ano com uma garantia que nos próximos três ou quatro anos ele será o grande protagonista”, ressaltou Guga.

Fernando Verdasca Jr.
Jornalista

Talentos do sub-21

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Limão Tênis conta um pouco mais sobre a nova geração de jogadores que prometem despontar no Tênis Mundial

Como aposta a ATP apresenta seus talentos do sub-21 que conta com um novo formato de torneio para a categoria.

Até o momento, apenas Roger Federer, Rafael Nadal, Djokovic e o Murray, que se destacam entre os grandes talentos desse esporte, dominando o circuito mundial. Mas de agora em diante, novos garotos chegam com potencial de sobra e prontos para brilhar. São esses talentos que fazem parte do grupo sub-21 em uma transição para um circuito totalmente profissional. A ATP ainda criou um torneio masculino, realizado em Milão, para reunir esses novos talentos ao final da temporada, que recebu o nome de “Next Generation ATP Finals”.

Conhecida como “Next Generation”, há alguns anos atrás a Associação dos Tenistas Profissionais pretendia apresentar uma nova geração de atletas da modalidade, hoje isso já é uma realidade.

Esse torneio, reúne os sete atletas mais bem ranqueados da temporada e sempre traz um convidado especial pertencente ao país sede. A competição traz ainda um formato bastante inovador, esse torneio de exibição têm a sua segunda edição na ultima semana desse mês.

Algumas regras normais de outras competições, nesta foram deixadas de lado, como por exemplo, juízes de linha, sets de 6 games e o placar de “iguais”, não existem nesse formato. Conta com regras inovadoras:

01 – Replay por vídeo para jogadas/lances polêmicos;
02 – Consulta técnica dos jogadores com treinadores por fone ao final dos sets;
03 – Placar sem vantagem, como as duplas;
04 – Não existe let;
05 – O público pode se mover e falar durante o jogo;

Fernando Verdasca Jr.
Jornalista

Foto: Divulgação/ATP

Denis Shapovalov

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Denis Shapovalov, atleta da nova geração surge em 2017 com história de redenção, idolatria e amuleto de sorte.

O atleta Canadense que cresceu querendo copiar o ídolo, Roger Federer contou com uma “segunda chance” com virada sobre brasileiro, e que anteriormente sofreu uma desclassificação por conta de acertar bolada em juiz.

O jovem de 17 anos, de nacionalidade Canadense, ficou mundialmente conhecido pela inconsequência de acertar uma bolada em um juiz, tornando-se assim protagonista de uma história de “redenção”. O fato foi que o atleta causou uma fratura no rosto do árbitro francês Arnaud Gambas e com isso passou a  impressionar pelo estrago que seus golpes podiam causar aos demais adversários.

O garoto que antes pertencia ao número 143 do mundo e que pela frente iria enfrentar o adversário Rogério Dutra Silva, esse brasileiro 152º da ATP, então vinha por dar a sua volta por cima no torneio Masters 1000 de Toronto. Assim, participando de uma partida com quatro match points onde, salvará todos eles, acabou sendo premiado com uma vitória de virada.

Então, o garoto que antes fora condenado por um fato ocorrido, volta as quadras em grande estilo em 2017. Shapovalok, se sentiu como se tivesse ganhado uma segunda chance, uma segunda vida depois daquele jogo porque estava muito perto de perder. Depois aumentou seu nível e começou a jogar bem, tendo duas boas vitórias. Elevou ainda mais a sua confiança, em seu primeiro ano como profissional, causando um  impacto ainda maior no universo do tênis, ao derrubar em sequência o argentino Juan Martin del Potro e o espanhol Rafael Nadal, números 31 e 2 do mundo na época, respectivamente.

Foi ao final de 2017 que ele subiu quase 200 posições, de 250º para 51º colocado no ranking da ATP. A ascensão rendeu o prêmio da ATP na categoria de “Jogador que mais evoluiu”. Isso fez muita diferença para o jovem que conseguira reverter a imagem do garoto que inconsequentemente poderia ter cegado um árbitro e vinha virar uma das maiores promessas da nova geração.

Em entrevista ele revelou que está tentando trabalhar os pontos e jogar ralis mais longos e que isso faz parte da sua personalidade, que é tentar ir para as bolas vencedoras e ainda conta que, quando alguém não o está pressionando, tem que construir o ponto para ter uma melhor chance de fazer a jogada. Acho que é um bom problema para se ter, é o oposto da maioria dos jogadores (novos), segundo ele os mais novos têm muito medo de ir para dentro nos grandes pontos e ele vai bastante além.

Com seus apenas 19 anos e com uma carreira extensa pela frente, Shapovalov tem muitos sonhos e sonha grande. Esses sonhos vão além de troféus e rankings, ele quer ser uma referência para as crianças e mostrar para os pequeninos que seu país que há outra modalidade de esporte, além do hóquei do gelo.

“Minha meta é elevar o nível do tênis canadense, ter mais crianças pegando uma raquete ao invés de um taco de hóquei. Acho que eu definitivamente ajudo nisso e espero que consiga continuar fazendo”, revelou ao Portal Globo Esporte.

 

Fernando Verdasca Jr.
Jornalista

Fonte: Abbie Parr/Getty Images